O tributarista e conselheiro empresarial, com atuação voltada a eficiência fiscal, estruturação e fortalecimento de empresas, Victor Boris Santos Maciel ressalta que, em muitas empresas, os maiores prejuízos não estão nos grandes contratos ou nas decisões estratégicas mais visíveis, mas nos pequenos gargalos operacionais que se repetem diariamente. Processos ineficientes, retrabalho e falhas de comunicação acabam gerando custos ocultos que comprometem margens e dificultam o crescimento sustentável.
Esses gargalos, por não aparecerem de forma explícita na contabilidade tradicional, muitas vezes passam despercebidos pelos gestores, que focam apenas em grandes despesas ou em renegociações pontuais com fornecedores. Então como identificá-los e como criar uma boa governança em vista com o objetivo de crescimento sustentável? Venha saber no artigo a seguir!
Custos diretos, custos indiretos e desperdícios operacionais
Custos diretos estão ligados à produção de bens ou à prestação de serviços, enquanto custos indiretos incluem despesas administrativas, logísticas e de suporte. No entanto, existe uma terceira categoria que merece atenção: os desperdícios operacionais, como retrabalho, tempo improdutivo, falhas de processos e uso inadequado de recursos.

Mapear esses desperdícios exige análise de processos, indicadores de produtividade e integração entre áreas. Muitas vezes, a redução de custos mais significativa não vem de cortes, mas de melhorias estruturais na forma como a empresa opera, informa Victor Boris Santos Maciel.
Esse tipo de análise contribui não apenas para reduzir gastos, mas também para melhorar a qualidade e a velocidade de entrega ao cliente.
Processos ineficientes como fonte de prejuízo recorrente
Processos mal definidos geram atrasos, erros e dependência excessiva de pessoas específicas, criando vulnerabilidades operacionais. Victor Boris Santos Maciel destaca ainda que aumentam o risco de falhas fiscais, trabalhistas e contratuais, ampliando o impacto financeiro de problemas aparentemente simples.
A eficiência operacional está diretamente ligada à padronização, uso adequado de sistemas e definição clara de responsabilidades. Quando esses elementos estão ausentes, a empresa tende a compensar falhas com mais mão de obra ou mais tempo, elevando custos sem melhorar resultados. A revisão periódica de processos permite identificar etapas desnecessárias e oportunidades de automação, aumentando a produtividade sem comprometer a qualidade.
Indicadores de desempenho e controle de produtividade
Sem indicadores, é difícil saber onde estão os gargalos reais, por isso, métricas como tempo de execução de tarefas, taxa de retrabalho, custo por unidade produzida ou atendida e utilização de recursos ajudam a direcionar ações de melhoria.
O acompanhamento sistemático desses indicadores permite que o gestor aja antes que pequenos problemas se transformem em grandes prejuízos, e conforme expõe o consultor em gestão e resultados empresariais, Victor Boris Santos Maciel, dados consistentes facilitam a priorização de investimentos em tecnologia, treinamento ou reestruturação de processos.
Esses indicadores também fortalecem a integração entre áreas, criando uma visão mais completa do desempenho organizacional.
Eficiência como suporte à sustentabilidade dos resultados
A eficiência operacional contribui diretamente para a sustentabilidade financeira e estratégica da empresa. Reduzir desperdícios, melhorar processos e otimizar recursos, libera o capital para investimentos, inovação e expansão, frisa o CEO da VM Associados, Victor Boris Santos Maciel.
Empresas eficientes conseguem responder melhor a variações de mercado, crises econômicas e mudanças regulatórias, pois possuem maior flexibilidade operacional e financeira. Essa resiliência é fundamental para manter a competitividade em ambientes instáveis.
Além disso, a busca por eficiência está alinhada a práticas de governança e responsabilidade corporativa, reforçando a credibilidade da empresa junto a parceiros e investidores.
Eficiência não é cortar custos, é melhorar a forma de operar
Portanto, a gestão de custos eficaz não significa apenas reduzir despesas, mas aprimorar a forma como a empresa utiliza seus recursos. Identificar gargalos invisíveis e melhorar processos gera impactos positivos duradouros sobre margem, qualidade e capacidade de crescimento. Ao integrar análise operacional, indicadores de desempenho e visão estratégica, Victor Boris Santos Maciel contribui para que as empresas avancem rumo a modelos mais eficientes e sustentáveis, fortalecendo resultados sem comprometer a estrutura do negócio.
Autor: Zusye Pereira
